US Dollar Index Hits 6-Month High as Jobs Report Beats Expectations
Dollar Index Atinge Máxima em 6 Meses Após Payroll Acima do Esperado
Stronger-than-expected non-farm payrolls pushed the DXY past 106, lifting the greenback against the euro, yen and Brazilian real.
Payroll mais forte que o esperado levou o DXY acima de 106, fortalecendo o dólar frente ao euro, iene e real.
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The US dollar surged on Friday after the Bureau of Labor Statistics reported that the US economy added 287,000 non-farm jobs in April, well above the 195,000 consensus forecast. The unemployment rate ticked down to 3.7%, and average hourly earnings rose 0.4% month-over-month — every component of the release pointed in the same direction: a labor market that refuses to soften.
DXY breaks resistance
The US Dollar Index (DXY) climbed 0.9% to close at 106.18, its highest level since November. Technicians flag 106.50 as the next major resistance, with 108 a possible medium-term target if the data continues to surprise to the upside.
How major pairs moved
EUR/USD fell to 1.0612, breaking below its 200-day moving average.
USD/JPY pushed to 154.80, fueling renewed talk of MoF intervention.
USD/BRL jumped to 5.12, with the real underperforming most EM peers.
GBP/USD slid to 1.2398 despite hawkish BoE rhetoric earlier in the week.
What it means for the Fed
The data hands hawks fresh ammunition heading into the next FOMC meeting. Fed funds futures now imply a roughly 60% probability of one more rate hike before year-end — up from 45% before the release.
You don't get a labor market this hot for this long without it eventually showing up in services inflation. That's the Fed's problem.
For emerging market currencies, the implication is straightforward: a stronger dollar plus higher US yields equals tighter financial conditions globally. Brazilian and Mexican policymakers will be watching closely.
O dólar dos EUA disparou na sexta-feira após o Bureau of Labor Statistics informar que a economia americana criou 287 mil empregos não-agrícolas em abril, bem acima da previsão de consenso de 195 mil. A taxa de desemprego recuou para 3,7%, e o salário médio por hora subiu 0,4% no mês — todos os componentes do relatório apontaram na mesma direção: um mercado de trabalho que se recusa a desacelerar.
DXY rompe resistência
O Dollar Index (DXY) subiu 0,9% e fechou a 106,18, sua maior pontuação desde novembro. Analistas técnicos apontam 106,50 como a próxima resistência relevante, com 108 como possível alvo de médio prazo caso os dados continuem surpreendendo positivamente.
Como os principais pares se moveram
EUR/USD caiu para 1,0612, rompendo abaixo da média móvel de 200 dias.
USD/JPY avançou a 154,80, reacendendo conversas sobre intervenção do MoF japonês.
USD/BRL subiu para 5,12, com o real performando pior que a maioria dos pares emergentes.
GBP/USD recuou para 1,2398 apesar de retórica agressiva do BoE no início da semana.
O que significa para o Fed
Os dados dão munição fresca aos hawks na véspera da próxima reunião do FOMC. Os futuros de fed funds agora implicam uma probabilidade de cerca de 60% de mais uma alta de juros até o fim do ano — ante 45% antes do dado.
Você não tem um mercado de trabalho tão aquecido por tanto tempo sem que isso eventualmente apareça na inflação de serviços. Esse é o problema do Fed.
Para moedas de mercados emergentes, a implicação é direta: dólar mais forte somado a yields americanos mais altos resulta em condições financeiras globalmente mais apertadas. Autoridades brasileiras e mexicanas observarão de perto.